Brasil

Coluna questiona desempenho de universidades brasileiras em rankings internacionais

Por • Publicado em 1 de novembro de 2026 • Atualizado em 1 de novembro de 2026 • 2 min de leitura
Jornal Opção

Texto afirma que nenhuma instituição do país aparece entre as 100 melhores do QS World University Rankings e compara cenário atual com nomes da ciência brasileira no século 20

Uma análise publicada na imprensa questiona o desempenho recente das universidades brasileiras em classificações internacionais e sustenta que a educação superior do país perdeu reconhecimento em relação ao século passado.

O texto afirma que nenhuma universidade brasileira aparece entre as 100 melhores do QS World University Rankings deste ano. A mesma relação, segundo Jornal Opção, inclui uma instituição da Argentina, uma da Malásia, uma da Nova Zelândia, duas de Singapura, três da Coreia do Sul e nove da Austrália.

A análise também menciona uma classificação das melhores universidades latino-americanas atribuída à Quacquarelli Symonds. De acordo com o texto, a Pontifícia Universidade Católica do Chile ocupa o primeiro lugar, à frente da Universidade de São Paulo (USP). A publicação observa que o Chile tem população e superfície inferiores a 10% das brasileiras, comparação usada para questionar o desempenho do país nas avaliações.

O texto argumenta que as universidades brasileiras e os institutos de pesquisa eram mais respeitados internacionalmente no século passado, embora ainda não existissem organizações internacionais de avaliação como as atuais. Para sustentar essa avaliação, cita pesquisadores e profissionais ligados a instituições brasileiras.

Entre os exemplos está Carlos Chagas, apresentado como cientista associado à instituição que posteriormente se tornaria a Universidade Federal do Rio de Janeiro. Segundo a análise, ele identificou o agente infeccioso, o vetor, os hospedeiros, as consequências patológicas em humanos e a epidemiologia da doença que recebeu seu nome.

A publicação também destaca Cesar Lattes, ligado à USP, por estudos sobre raios cósmicos e pela descoberta do méson-pi, no fim da década de 1940. O texto afirma que Cecil Powell recebeu o Nobel de Física de 1950 pelo trabalho relacionado à descoberta, por ser o chefe da equipe de pesquisa.

Outros nomes citados são Emilio Baumgart, associado a estudos sobre concreto armado, e Alysson Paolinelli e Jorge Oscar de Mello Flores, mencionados no texto como exemplos de personalidades ligadas à ciência e à pesquisa brasileiras. A análise conclui questionando se o país assiste ao declínio de suas universidades, sem apresentar, no material fornecido, dados adicionais sobre orçamento, produção científica ou evolução histórica das posições nos rankings.

Redação

Você também pode gostar