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Segundo turno em Goiás é descrito como teste para mobilização de Adriana Accorsi e Wilder Morais

Por • Publicado em 18 de outubro de 2026 • Atualizado em 18 de outubro de 2026 • 2 min de leitura
Jornal Opção

Disputa presidencial é apontada como fator capaz de influenciar o espaço político dos dois líderes no estado

A disputa entre Lula da Silva, do PT, e Flávio Bolsonaro, do PL, no segundo turno presidencial é apresentada como um teste para a capacidade de mobilização da deputada federal Adriana Accorsi e do senador Wilder Morais em Goiás. A avaliação considera que o desempenho dos candidatos no estado pode afetar o futuro político das duas lideranças.

De acordo com a análise, Adriana Accorsi e Wilder Morais têm suas imagens associadas, em Goiás, às correntes políticas representadas por Lula e Flávio Bolsonaro. Por isso, o segundo turno é descrito como uma oportunidade para medir a capacidade de articulação, mobilização e influência de ambos.

No primeiro turno, Flávio Bolsonaro recebeu 53% dos votos em Goiás, enquanto Lula obteve 31%, segundo os dados apresentados na análise. A diferença foi de 22 pontos percentuais. Esse resultado é apontado como um obstáculo para a campanha lulista no estado e dificulta a avaliação de que Lula seria favorito entre os eleitores goianos.

A estratégia atribuída a Adriana Accorsi não teria como foco principal convencer eleitores bolsonaristas a mudar de posição. A análise aponta como caminho mais provável a mobilização de pessoas que não compareceram às urnas no primeiro turno e o aumento do engajamento entre eleitores que já demonstraram simpatia por Lula.

Adriana é identificada como presidente estadual do PT. O texto também registra que ela foi reeleita deputada federal com a segunda maior votação do estado, atrás de Bruno Peixoto. Apesar do fortalecimento eleitoral, a parlamentar enfrentaria dificuldades internas no partido.

Ainda segundo a análise, Adriana rompeu com a Articulação, ala que teria classificado como a “velha guarda” petista, e criou a tendência Força Popular. O texto também atribui a ela a afirmação de que foi alvo de sabotagem dentro do PT. A alegação é relacionada a mensagens nas quais a deputada teria relatado que integrantes da legenda procuraram Edinho Silva, presidente nacional do partido, e disseram que ela estava doente. O trecho disponível não apresenta a resposta dos citados nem outros detalhes sobre o episódio.

Redação

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