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Dirigente do Vila Nova critica arbitragem após empate com o Juventude

Por • Publicado em 1 de novembro de 2026 • Atualizado em 1 de novembro de 2026 • 2 min de leitura
Diário de Goiás

Hugo Jorge Bravo afirmou que um lance de possível toque de mão deveria ter resultado em pênalti para o clube goiano

O vice-presidente do Vila Nova, Hugo Jorge Bravo, criticou a arbitragem após o empate por 2 a 2 com o Juventude, neste sábado (31), no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, pela 36ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Segundo o dirigente, a equipe foi prejudicada pela não marcação de um pênalti no primeiro tempo.

O lance questionado ocorreu depois que a bola tocou em um jogador do Vila Nova e atingiu o braço de um atleta do Juventude dentro da área. Durante entrevista coletiva, Hugo Jorge Bravo apresentou aos profissionais de imprensa um vídeo feito por uma câmera posicionada atrás de um dos gols e afirmou que a jogada deveria ter sido interpretada como penalidade máxima.

O árbitro de vídeo não recomendou a revisão do lance em campo, e a decisão de não marcar o pênalti foi mantida. O árbitro principal da partida foi Rodrigo José Pereira de Lima, integrante do quadro da FIFA e representante da Federação Pernambucana de Futebol. Emerson de Almeida Ferreira, de Minas Gerais, foi o responsável pelo VAR.

Na avaliação do vice-presidente, o erro poderia ter alterado o resultado da partida. O empate impediu o Vila Nova de assumir a liderança da competição, embora o time tenha ficado duas vezes à frente no placar.

Hugo também relacionou o episódio a outras decisões que, segundo ele, teriam prejudicado o clube nas rodadas anteriores. O dirigente citou o confronto com o Náutico, no qual o Vila Nova reclamou de um pênalti não marcado após toque de mão na barreira adversária, além de acréscimos que considerou excessivos em partidas anteriores.

De acordo com o vice-presidente, o jogo contra o Juventude foi o quarto seguido em que o clube teria sido afetado por decisões de arbitragem. Ele reconheceu o trabalho da Comissão de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol, mas defendeu mudanças na arbitragem brasileira e questionou a atuação da equipe responsável pela análise do lance. Não foram apresentadas, na fonte consultada, manifestações da arbitragem, da CBF ou do Juventude sobre as críticas.

Redação

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