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Bia de Lima apresenta projeto sobre segurança em acostamentos de rodovias estaduais

Por • Publicado em 8 de outubro de 2026 • Atualizado em 8 de outubro de 2026 • 2 min de leitura
Imagem ilustrativa contextual: road safety.
Imagem ilustrativa contextual gerada pelo Jornal Ponto Crítico; não documenta um evento específico. Crédito: Jornal Ponto Crítico / imagem ilustrativa

Proposta estabelece diretrizes para implantação, manutenção e priorização de intervenções na malha rodoviária estadual

A deputada Bia de Lima (PT) apresentou o Projeto de Lei nº 20305/26, que estabelece diretrizes para a segurança, a funcionalidade e a adequação dos acostamentos das rodovias integrantes da malha rodoviária estadual.

A proposta determina que a necessidade de implantação ou manutenção de acostamentos, ou de soluções técnicas de segurança equivalentes, seja considerada em projetos de implantação, ampliação, duplicação, reconstrução e recuperação de rodovias, conforme as características de cada trecho.

O texto também estabelece critérios para definir a prioridade de intervenções em rodovias existentes. Entre os fatores previstos estão o histórico e a concentração de sinistros, o volume de tráfego, a circulação de veículos pesados, a velocidade operacional, a extensão de trechos sem acostamento ou com estrutura inadequada e a presença de pedestres e ciclistas.

Também poderão ser avaliadas a existência de pontos críticos, a relevância do trecho para a ligação entre municípios e o acesso a equipamentos públicos essenciais.

Na justificativa, Bia de Lima afirma que os acostamentos são importantes para a segurança dos usuários, especialmente em situações de emergência e em trechos sem infraestrutura específica para a circulação de pessoas. Segundo a parlamentar, a proposta busca preencher uma lacuna na legislação estadual sem substituir normas técnicas de engenharia ou interferir na gestão administrativa das rodovias.

A implementação deverá ocorrer de forma progressiva, conforme o planejamento governamental e a disponibilidade orçamentária e financeira. O projeto começou a tramitar e está em fase de conferência de documentos para ser encaminhado à análise da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ).

Redação

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