Contrato dezembro de 2026 era negociado a US$ 4,7400 por bushel por volta das 13h20, no horário de Brasília
Segundo reportagem publicada no portal Notícias Agrícolas, os futuros do milho caíam em Chicago nesta sexta-feira (9) após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) aumentar as estimativas de produtividade, produção e estoques norte-americanos. Por volta das 13h20, no horário de Brasília, o contrato dezembro de 2026 recuava 26,25 pontos, equivalente a 5,25%, e era negociado a US$ 4,7400 por bushel.
O contrato março de 2027 perdia 26 pontos, cotado a US$ 4,8925 por bushel, enquanto o vencimento maio de 2027 recuava 24,75 pontos, para US$ 4,9750. De acordo com a reportagem, os contratos operavam próximos da estabilidade no início do pregão, antes da divulgação dos novos números do USDA.
O departamento elevou a estimativa de produtividade do milho norte-americano de 178,5 para 181,2 bushels por acre. A expectativa dos analistas citada pela reportagem era de redução para aproximadamente 177,6 bushels por acre. A projeção de produção dos Estados Unidos passou de 401,33 milhões para 407,28 milhões de toneladas.
As estimativas de área plantada e colhida foram mantidas em 39,17 milhões e 35,81 milhões de hectares, respectivamente. Com a revisão da produtividade, a produção projetada passou de 186,74 para 189,56 sacas por hectare.
Os estoques finais norte-americanos foram elevados de 39,79 milhões para 46,97 milhões de toneladas. O USDA também aumentou a projeção de consumo de milho para a produção de etanol, de 142,25 milhões para 143,52 milhões de toneladas, e a estimativa de exportações, de 83,19 milhões para 83,82 milhões de toneladas.
Para a safra mundial de 2026/27, a estimativa de produção subiu de 1,290 bilhão para 1,294 bilhão de toneladas. Os estoques finais globais passaram de 272,10 milhões para 280,44 milhões de toneladas.
Para o Brasil, o USDA manteve as projeções de produção em 139 milhões de toneladas, exportações em 43 milhões de toneladas e estoques finais em 10,60 milhões de toneladas. Na Argentina, a produção estimada permaneceu em 55 milhões de toneladas e as exportações em 38 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais subiram de 4,01 milhões para 5,01 milhões de toneladas.
Na Bolsa Brasileira (B3), por volta das 13h28, no horário de Brasília, o contrato novembro de 2026 era negociado a R$ 68,29, com queda de 1,80%. O janeiro de 2027 recuava 1,66%, para R$ 72,70; o março de 2027 caía 1,09%, a R$ 76,50; e o maio de 2027 tinha baixa de 1,34%, cotado a R$ 75,18. No mesmo período, o dólar era negociado a R$ 4,98, com recuo de 0,88% diante do real, segundo a reportagem.




