Agro

Chuvas reduzem ritmo do plantio de soja no Rio Grande do Sul

Por • Publicado em 16 de outubro de 2026 • Atualizado em 16 de outubro de 2026 • 2 min de leitura
Canal Rural

Umidade elevada do solo e poucas janelas para entrada de máquinas dificultam a semeadura da safra 2026/27, segundo relatório da Emater-RS

A semeadura da soja da safra 2026/27 avança em ritmo lento no Rio Grande do Sul devido às chuvas frequentes, à elevada umidade do solo e à redução das condições para a entrada de máquinas nas lavouras. As informações constam de relatório semanal da Emater-RS divulgado na quinta-feira (15).

Na maior parte das regiões produtoras, os agricultores têm priorizado a dessecação de plantas de cobertura e o preparo das áreas enquanto aguardam condições mais favoráveis para iniciar ou ampliar o plantio. De acordo com a Emater-RS, a cautela também está relacionada ao risco de necessidade de ressemeadura após precipitações intensas, o que pode elevar os custos de implantação da cultura.

As primeiras áreas semeadas estão concentradas, em parte, em locais que receberam autorização para o plantio antecipado ou que não estão sujeitos às restrições de financiamento relacionadas às normas do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc).

A Emater/RS-Ascar estima uma área de 6,64 milhões de hectares destinada à soja no estado, com produtividade projetada em 3.183 quilos por hectare.

Além das dificuldades no campo, o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar aponta queda no preço médio da soja no Rio Grande do Sul. A cotação recuou 0,99%, passando de R$ 139,71 para R$ 138,32.

Redação

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