Construção depende de doações dos fiéis e tem previsão de liberação parcial para celebrações antes da conclusão integral
Segundo reportagem publicada no portal Jornal Hora Extra, representantes da Associação dos Desenvolvedores Urbanos de Goiás (ADU-GO), do Sindicato dos Condomínios e Imobiliárias (Secovi Goiás) e da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (ADEMI-GO) visitaram, na sexta-feira (16), as obras da Nova Basílica do Divino Pai Eterno, em Trindade.
Durante a visita, os representantes percorreram as instalações da obra e acompanharam explicações da equipe técnica sobre as etapas de execução e os desafios do projeto. A construção é realizada pela VGVIX.
O diretor da empresa, Durval Gouveia, explicou que o empreendimento foi dividido em setores. Segundo ele, os trabalhos atuais estão concentrados no chamado Setor A, um dos braços da cruz projetada para a basílica, e na praça que o envolve.
Durval também afirmou que existe expectativa de obter uma liberação parcial da obra para que o local possa receber celebrações religiosas diariamente antes da conclusão integral. Nesse modelo, as instalações seriam utilizadas pelos devotos enquanto as demais etapas da construção continuariam. A conclusão de 100% da obra não seria necessária para o início das missas, segundo a declaração atribuída ao diretor.
A continuidade do empreendimento depende integralmente de doações dos fiéis, conforme o material publicado. A situação financeira é apontada como um dos principais desafios para a conclusão da construção.
A superintendente executiva da ADU-GO, Lorena Sousa, afirmou que a Nova Basílica ultrapassa a dimensão religiosa e tem potencial para influenciar o turismo, a economia local e o planejamento urbano de Trindade. Ela defendeu que o crescimento associado ao empreendimento seja acompanhado por planejamento urbano integrado.
O superintendente do Secovi Goiás, Floriano Gomes da Silva Neto, declarou que a basílica poderá estimular novos negócios e acelerar o desenvolvimento da região. As avaliações sobre os impactos econômicos, turísticos e imobiliários são posições atribuídas às entidades e aos seus representantes, não dados de verificação independente apresentados na fonte.




