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Flávio Bolsonaro está nos Estados Unidos após afirmar que não deixaria o Brasil

Por • Publicado em 28 de outubro de 2026 • Atualizado em 28 de outubro de 2026 • 2 min de leitura
Jornal Opção

Em gravação, senador disse que nunca cogitou sair do país e anunciou intenção de organizar a oposição no Congresso Nacional

Flávio Bolsonaro já está nos Estados Unidos, acompanhado da esposa e das filhas, após afirmar, um dia antes, que nunca havia pensado em deixar o Brasil e que não pretendia fugir do país.

Na gravação, Flávio Bolsonaro atribuiu a decisão que teria levado à saída do país a uma manifestação de Eduardo, feita em 23 de outubro, sobre a possibilidade de deixar o Brasil caso perdesse a eleição. O senador disse que nunca havia feito essa afirmação e questionou se a medida seria uma consequência do resultado eleitoral.

Flávio também declarou que entregaria os passaportes e que pretendia se defender do que classificou como uma tentativa de intimidação. Na mesma fala, afirmou que pediria a cassação da chapa de Lula da Silva e que organizaria a oposição ao próximo governo no Congresso Nacional.

O senador criticou ainda decisões relacionadas ao processo eleitoral e ao Judiciário. Entre os questionamentos, mencionou a prorrogação, em duas horas, do horário de votação no segundo turno das eleições presidenciais.

A extensão do horário ocorreu após pedido da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB, em razão de problemas na circulação de ônibus em diferentes regiões. Segundo as informações divulgadas, embora tivesse sido determinada a operação de 100% da frota de transporte coletivo, apenas 70% dos veículos circulavam em algumas localidades. Os problemas foram citados em cidades como São Paulo (SP) e Salvador (BA).

O pedido foi encaminhado inicialmente ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, por volta das 13h30. Como não houve apreciação naquele momento, a solicitação chegou ao Supremo Tribunal Federal por volta das 15h30, inicialmente sob responsabilidade do presidente da Corte, ministro Edson Fachin. O trecho da fonte sobre a tramitação posterior está incompleto.

Redação

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