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Marquinho do Gayer defende mudança na presidência do PL em Goiás

Por • Publicado em 7 de novembro de 2026 • Atualizado em 7 de novembro de 2026 • 3 min de leitura
Jornal Opção

Deputado estadual eleito afirma que Gustavo Gayer ganhou força após vitória para o Senado e critica organização partidária nas eleições municipais de 2024

O deputado estadual eleito Marquinho do Gayer (PL) defendeu a alternância no comando estadual do Partido Liberal em Goiás, atualmente ocupado pelo senador Wilder Morais (PL). Segundo ele, a discussão interna ganhou força após a vitória de Gustavo Gayer (PL) para o Senado em 2026.

Marquinho do Gayer afirmou que o partido vive um processo de discussão sobre a sucessão na presidência estadual da legenda. Na avaliação dele, a gestão de Wilder Morais teve resultados positivos, mas também apresentou falhas, principalmente na condução da estrutura partidária durante as eleições municipais de 2024.

De acordo com o deputado estadual eleito, o desempenho do PL nas eleições poderia ter sido melhor. Ele avaliou que o partido poderia ter elegido mais prefeitos e vereadores e atribuiu parte das dificuldades à fragilidade da organização partidária em municípios goianos.

Marquinho também afirmou que, após a vitória de Gustavo Gayer para o Senado, foram realizadas diversas reuniões sobre o futuro da legenda. Ele disse defender que o momento de Wilder Morais à frente do partido seja encerrado e apontou Gustavo Gayer como o nome apoiado atualmente para assumir a presidência estadual do PL em Goiás.

Segundo Marquinho, cerca de 90% da bancada do partido apoiam uma mudança na condução da legenda. Ele descreveu o PL como a maior bancada legislativa e afirmou que a sigla conta com dois senadores, quatro deputados federais e cinco deputados estaduais.

Entre as críticas apresentadas, o deputado eleito citou a falta de proximidade entre a direção estadual e os municípios. Para ele, seria necessário compreender melhor a realidade de cada localidade e fortalecer a organização partidária.

Marquinho também afirmou que dirigentes municipais do PL apoiaram candidatos que, na avaliação dele, não representavam os princípios defendidos pelo partido. Segundo o parlamentar, houve casos em que dirigentes assumiram estruturas partidárias para realizar negociações políticas e não lançaram chapas de vereadores ou candidaturas próprias.

Na avaliação dele, a ausência de candidaturas em diferentes cidades enfraqueceu a presença do PL em Goiás. Marquinho disse ainda que o partido enfrenta um processo antigo de formação insuficiente de lideranças municipais, mas afirmou que a legenda está atualmente unida.

Não havia manifestação de Wilder Morais até o fechamento do material, e o espaço permaneceu aberto para resposta.

Redação

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