Economia

Endividamento alcançava 81,7% das famílias brasileiras em setembro de 2026

Por • Publicado em 7 de novembro de 2026 • Atualizado em 7 de novembro de 2026 • 2 min de leitura
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Dados atribuídos à Confederação Nacional do Comércio indicam também que 29,6% das famílias tinham contas atrasadas no período

Em setembro de 2026, 81,7% das famílias brasileiras tinham algum tipo de dívida, enquanto 29,6% estavam com contas atrasadas, segundo dados atribuídos à Confederação Nacional do Comércio.

Os percentuais foram apresentados em uma análise sobre o uso de crédito e o impacto do endividamento no orçamento das famílias. O texto afirma que bancos, financeiras, lojas e montadoras oferecem empréstimos, crédito, parcelamentos e financiamentos como formas de viabilizar o consumo.

A análise ressalta que o crédito pode ser utilizado para a compra de uma casa, a abertura de um negócio ou o atendimento de uma necessidade considerada importante. Ao mesmo tempo, destaca que empréstimos e financiamentos envolvem juros e encargos, que podem comprometer parte da renda por meses ou décadas.

O texto também chama atenção para a diferença entre o valor da parcela e o custo total de uma dívida. Segundo a análise, a divulgação de prestações menores pode dificultar a percepção sobre o valor final pago pelo consumidor. O material afirma ainda que limite de cartão não deve ser confundido com patrimônio e que uma prestação pequena não significa necessariamente uma compra barata.

Além do comportamento individual, a análise relaciona o endividamento à renda insuficiente e a imprevistos financeiros. O texto defende maior atenção à educação financeira em casa e nas escolas e recomenda que, antes de assumir uma dívida, o consumidor avalie quanto ela custará e o impacto do compromisso sobre sua renda.

Os números mencionados são atribuídos à Confederação Nacional do Comércio, mas a fonte não apresenta o nome do levantamento, a metodologia, o universo pesquisado ou a série histórica utilizada.

Redação

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