Tecnologia usa base de polímero termoplástico reciclado e pode ser aplicada sobre superfícies niveladas e estáveis
Um sistema de piso seco conecta placas de cerâmica pelas laterais, como um quebra-cabeça, sem a aplicação convencional de argamassa e adesivos cimentícios. Segundo dados divulgados pela empresa responsável, a instalação pode alcançar de 20 a 25 metros quadrados por hora.
A tecnologia combina placas cerâmicas com uma base técnica produzida com polímero termoplástico reciclado. O desenho da estrutura permite o encaixe entre as peças, mantendo os módulos conectados após o posicionamento sobre uma superfície adequada.
O método pode ser usado sobre pisos nivelados e estáveis e, em determinadas situações, sobre revestimentos já existentes. Essa possibilidade pode reduzir a necessidade de demolição, embora a aplicação dependa das condições do ambiente, do tipo de revestimento e das especificações do sistema.
Como não exige o preparo de argamassa nem o período de cura, o piso seco elimina algumas etapas da instalação. A empresa responsável afirma que o sistema pode atingir uma produtividade de 20 a 25 metros quadrados instalados por hora, o que pode reduzir o tempo de interrupção em reformas e obras comerciais.
A instalação também utiliza menos água, areia e cimento, segundo a descrição da tecnologia. A redução de materiais pode diminuir a geração de resíduos. Como as placas não ficam permanentemente coladas ao contrapiso, a retirada pode ser mais simples em determinadas situações e facilitar mudanças futuras.
O sistema não elimina imediatamente o uso da argamassa tradicional. A adoção depende de uma base nivelada e estável e da avaliação das características de cada projeto.




