Defesas alegaram que declaração ocorreu durante transmissão ao vivo e integrava sermão religioso
Edir Macedo e a Record foram condenados pela Justiça a pagar R$ 1,5 milhão em razão de uma fala classificada como homofóbica.
As defesas sustentaram que a declaração ocorreu em uma transmissão ao vivo e que estava inserida no contexto de um sermão religioso.




