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Pesquisa aponta Flávio Bolsonaro com 51,5% dos votos válidos contra 48,5% de Lula

Por • Publicado em 20 de outubro de 2026 • Atualizado em 20 de outubro de 2026 • 2 min de leitura
Imagem editorial ilustrativa de urna em local de votação, sem candidatos ou partidos.
Imagem editorial ilustrativa gerada por IA para contextualizar a pauta eleitoral. Crédito: Jornal Ponto Crítico / imagem ilustrativa

Levantamento da Alfa Inteligência indica empate técnico; corrupção foi o tema mais citado como influência na escolha do voto

Segundo reportagem publicada no portal JOTA Info, pesquisa da Alfa Inteligência coloca o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 51,5% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, contra 48,5% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença está dentro da margem de erro, e o instituto classifica o resultado como empate técnico.

Na intenção de voto estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados, Flávio Bolsonaro aparece com 48,8%, enquanto Lula registra 45,9%. A diferença é de 2,9 pontos percentuais. A margem de erro informada para a pesquisa é de 1,9 ponto percentual para mais ou para menos.

Os eleitores que afirmam não votar em nenhum dos dois candidatos ou que escolherão o voto branco ou nulo somam 3,5%. Outros 1,8% não souberam ou não responderam. Na pergunta espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados, Flávio aparece com 47% e Lula, com 43%.

Por região, Lula lidera no Nordeste, com 62% contra 34% de Flávio. O candidato do PL aparece à frente no Centro-Oeste, com 61% a 37%; no Sudeste, com 54% a 41%; no Sul, com 52% a 41%; e no Norte, com 50% a 45%.

A parcela de eleitores que afirma não votar em Flávio Bolsonaro de jeito nenhum é de 45%, ante 59% em julho. A rejeição a Lula está em 46%, contra 48% no levantamento anterior.

A corrupção foi citada por 29% dos entrevistados como o tema que mais influencia o voto para presidente. Em seguida aparecem custo de vida, com 21%; educação, com 16%; segurança pública, com 14%; emprego, com 8%; e saúde, com 6%.

O peso dos temas varia conforme a região e a preferência eleitoral. No Norte, a corrupção foi mencionada por 40%. No Nordeste, o custo de vida aparece em primeiro lugar, com 26%, seguido pela corrupção, com 23%. No Centro-Oeste, a segurança pública ocupa a segunda posição, com 19%. Entre os eleitores de Flávio, 34% apontam a corrupção como principal fator; entre os eleitores de Lula, o índice é de 26%.

A desaprovação ao modo de governar de Lula é de 50%, enquanto a aprovação é de 46%. Em julho, os índices eram de 51% e 47%, respectivamente. O governo é considerado ótimo ou bom por 35% dos entrevistados e ruim ou péssimo por 43%; 22% o classificam como regular. Para 45%, o país está no caminho errado, enquanto 37% avaliam que está no caminho certo. Em relação ao futuro, 45% se dizem otimistas e 41%, pessimistas.

Redação

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