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Santa Casa de Misericórdia de Goiânia completa 90 anos em novembro de 2026

Por • Publicado em 4 de novembro de 2026 • Atualizado em 4 de novembro de 2026 • 2 min de leitura
Jornal Opção

Instituição informa que mantém 216 leitos destinados ao SUS e realizou mais de 43 mil consultas entre janeiro e outubro

A Santa Casa de Misericórdia de Goiânia completa 90 anos em 4 de novembro de 2026. Texto assinado por Irani Ribeiro de Moura descreve a trajetória da instituição, que começou como um pequeno hospital e atualmente é apresentada como entidade filantrópica de média e alta complexidade integrada à rede pública de saúde de Goiás.

De acordo com as informações divulgadas, a Santa Casa dispõe atualmente de 216 leitos destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS). Desse total, 182 são de enfermaria, 30 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 4 de cuidados paliativos. Cerca de 96% dos atendimentos são realizados pelo sistema público de saúde.

Entre janeiro e outubro de 2026, foram realizadas mais de 43 mil consultas, mais de 5 mil internações e mais de 2 mil cirurgias, segundo os dados apresentados no texto. No mesmo período, a instituição registrou mais de 140 mil exames laboratoriais, cerca de 25 mil exames de imagem e mais de 16 mil sessões de hemodiálise.

A assistência, conforme as informações divulgadas, atende pacientes de Goiânia, do interior de Goiás e de outras regiões do país. A instituição é apresentada como referência em assistência cardiovascular, incluindo cirurgias e tratamentos de maior complexidade, além de manter serviços de oncologia e hemodiálise.

O texto também afirma que a Santa Casa é uma instituição privada sem fins lucrativos que atua em parceria com o poder público e tem no SUS a maior parte de sua assistência. Para manter os serviços, a entidade dependeria de convênios, repasses, emendas parlamentares e doações. Esses recursos seriam utilizados, segundo o conteúdo divulgado, para custear medicamentos, equipamentos, melhorias estruturais e a continuidade dos atendimentos.

A estrutura é mantida por equipes multiprofissionais, formadas por médicos, enfermeiros, técnicos, profissionais administrativos e outros trabalhadores. O material também menciona dificuldades de gestão, recuperação de espaços e investimentos ao longo dos anos, sem detalhar os períodos ou os valores envolvidos.

Redação

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