Atendimentos serão feitos de 19 a 23 de outubro, em unidade móvel instalada em frente ao hospital, em Goiânia
O Hospital Estadual Dr. Alberto Rassi (HGG) realizará, de 19 a 23 de outubro, um mutirão de mamografias em parceria com o Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás (Cora). Os exames serão feitos em uma unidade móvel estacionada na Praça Abrão Rassi, em frente ao hospital.
A ação integra a programação do Outubro Rosa e tem como objetivo facilitar o acesso das mulheres à mamografia, exame utilizado para a detecção precoce do câncer de mama. Caso seja identificada alguma alteração, o HGG fará o encaminhamento gratuito para consulta e acompanhamento com mastologista.
Nos dias 19 e 20, o atendimento será destinado a colaboradoras e trabalhadoras terceirizadas do HGG, com cem vagas. De 21 a 23 de outubro, outras 150 vagas serão destinadas ao público externo. Poderão participar mulheres vinculadas ao Serviço Social da Indústria da Construção (Seconci), à Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Goiás (Abrasel) e ao Sindicato de Bares e Restaurantes do Município de Goiânia (Sindibares Goiânia).
O agendamento será liberado a partir do dia 15 e deverá ser feito exclusivamente pelo endereço https://agenda.hospitalalbertorassi.org.br/. De acordo com as informações divulgadas, não será necessário apresentar pedido médico.
Para realizar o exame, é preciso ter entre 40 e 74 anos, ter feito a última mamografia há 12 meses ou mais e não estar em tratamento oncológico de mama nem ter histórico desse tipo de tratamento. No dia do atendimento, será obrigatória a apresentação de RG, CPF, Cartão SUS e comprovante de endereço.
A coordenadora da ação e chefe do Serviço de Mastologia do HGG, médica Erika Silva, afirmou que o mutirão busca ampliar o acesso ao exame e reforçou que o cuidado deve ocorrer durante todo o ano.
Segundo estimativa atribuída ao Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil deverá registrar 78.610 novos casos de câncer de mama por ano no triênio 2026-2028. A fonte também informa que a doença representa cerca de 30% dos casos entre as mulheres.


